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VOCÊ SABIA?
Como o .NET afeta seus programas VDF
Parece que tudo converge para .NET. Visual Basic e Delphi agora criam aplicações “for .NET”. E a sua aplicação? Se sua aplicação não for “for .NET” ela não vai ficar obsoleta no futuro? Os novos servidores Windows não são “for .NET” também?
Se algum de seus clientes já lhe fez uma destas perguntas, este artigo lhe dará informações valiosas para ajudá-lo a responder.
Vamos começar com o básico: O que é .NET?
.NET é um conjunto de ferramentas de desenvolvimento, servidores, plataformas de serviço XML e Clients que a Microsoft chamou de Arquitetura .NET.
Freqüentemente tem-se associado .NET a Web Service, mas Web Service é apenas uma das coisas que podem ser construídas com o .NET. O .NET contém ferramentas que permitem que você crie aplicações para Windows, Web ou Web Services usando o seu próprio framework.
O framework do .NET foi criado com base na Commom Language Runtime e bibliotecas de classes. Veja abaixo a definição dada pela Microsoft:
“A Common Language Runtime é responsável por serviços de runtime como: integração da linguagem, segurança, memória, processo e gerenciamento de thread”.
Ou seja, a CLR é responsável por tratar toda parte de baixo nível, deixando a cargo do programador apenas a parte lógica da aplicação e no seu comportamento, agilizando o processo de desenvolvimento.
O programa pode ser escrito em qualquer linguagem que possua um compilador CLR. Algumas linguagens possíveis são: C#, Visual Basic.NET, JScript.NET e J#.
Ou seja, a CLR é uma máquina virtual, uma nova camada que está sobre a API do Windows. Este conceito não lhe é familiar? Se você usa DataFlex ou Visual DataFlex há algum tempo, então já usou este conceito. O Runtime ou Client dos produtos Data Access nada mais são que uma camada de Software que roda sobre a API do Sistema Operacional e facilita a vida do programador de forma que ele não tenha de se preocupar com o gerenciamento de recursos de baixo nível.
Quando a Microsoft começou a promover o Windows 2003, ela o promoveu como um servidor .NET, o que levou muitos usuários mais leigos a pensarem que para que uma aplicação funcionasse neste servidor, ela teria de ser “for .NET” também. No final, a Microsoft não usou mais o termo, para evitar esta confusão, mas de fato o que significava o termo? Significava apenas que o runtime do .NET já vem instalado.
Resumindo, o .NET é apenas mais uma plataforma de desenvolvimento para Windows, Web e Web Services. Ele não tem impacto na forma como suas aplicações Visual DataFlex irão funcionar, pois o Visual DataFlex não usa o framework do .NET e não precisa usar.
A criação e consumo de Web Services também é possível com o Visual DataFlex. Web Service é um novo padrão aberto que permite interoperabilidade entre aplicações e é independente de plataforma. Ou seja, você pode, com o Visual DataFlex criar e publicar um Web Service que será consumido por um programa “for .NET” e pode consumir um Web Service criado com o framework do .NET sem precisar conhecer ou programar para .NET.
Se Web Service é novidade para você, veja a matéria “Prepare-se para conhecer de perto algumas novidades do novo Visual DataFlex 10” publicada na edição 15 da revista 4developers. O link direto para a matéria está logo abaixo. A matéria é pública, basta se cadastrar para ter acesso:
http://www.4developers.com.br/r4d_015_123.asp
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